top of page

O medo de traduzir errado está te impedindo de falar inglês

Então chegou aquele dia em que você disse “pretend” como se fosse “pretender” e o professor te marretou com o tal do “não pense em português”. A reação do professor te fez morrer de vergonha e você agora vive com medo de qualquer palavra inglesa que pareça uma palavra em português.


Mas e se eu te mostrar um outro jeito de olhar pra isso?


Boa parte das vezes, a palavra é sim o que ela parece ser. Intelligent, hospital, hotel, piano, radio, crime… muitas delas têm até a mesma grafia.


Pensa comigo. Você não conhece todas as palavras em inglês. Quando alguém fala com você, você precisa deduzir algumas delas. E em grande parte das vezes, a semelhança é sua aliada nessa análise e vai te ajudar muito. Grande parte das vezes, vai te tirar de um aperto.


E aí te dizem pra jogar fora essa ferramenta super útil porque, em poucos casos, ela não vai funcionar.


Então vamos dizer que você estava conversando e usou uma palavra que é um falso cognato. A pessoa que te ouviu ficou confusa. E agora?


Ela vai te perguntar. Ou você vai perceber que algo se perdeu e vai reformular. Você não está falando com um livro, você está numa situação real de comunicação. Mal entendidos acontecem até mesmo na nossa língua mãe, nem sempre a comunicação é 100% perfeita. E tá tudo bem.


Também existem formas de você avaliar se aquela tradução faz sentido naquele contexto e diminuir a chance de cair em falsos cognatos. Isso é algo que eu ensino nas minhas aulas também. Mas o falso cognato não é um “erro grave”, ele é um processo natural da pessoa bilíngue, e aqui você não vai ser constrangido por usá-lo.

 
 
 

Posts recentes

Ver tudo
Te disseram para "pensar em inglês": e agora?

Você percebe que você demora pra falar porque vem tudo em português na sua cabeça. Alguém te dá aquela dica de centavos: “você precisa pensar em inglês”. E aí você só se sente mais frustrado, porque f

 
 
 

Comentários


bottom of page